quarta-feira, 29 de junho de 2011

BEYONCÉ E O ALBUM "4" LIDERAM O MUNDO!! WHO RUN THIS MOTHA????

BEYONCÉ TIRA ADELE DO TRONO E DOMINA AS PARADAS!!

O quarto álbum solo de Beyoncé, “4″, está no topo dos charts de vendas do iTunes de 16 países: Dinamarca, Canadá, Grécia, Suíça, Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Bélgica, Espanha, Itália, Noruega, Portugal, França, Holanda, Luxemburgo e Suécia.






“4″ alcançou o #1 no Reino Unido com apenas 30 minutos de venda e chegou a #1 na Espanha em 45 minutos.
O disco também está em #1 no chart mundial do iTunes. Parabéns, Beyoncé!

Segundo o Twitter da @SonyMusicGlobal, “4″ já é disco de platina no Brasil, ou seja, 120.000 cópias foram vendidas apenas no primeiro dia de vendas nas lojas brasileiras!

“4 já é 3x Platina no Brasil! Isso que é rapidez, parabéns para Bey e Sony Music Brasil!”

A versão Deluxe saiu com tiragem inicial de 50.000 cópias e a versão Standard com 40.000 cópias porém não foi suficiente para a grande demanda tendo em vista que o album já era um dos mais vendidos ainda em sua pré-venda!

O sucesso mundial do disco deve-se, além do (ótimo) repertório maduro, também a já histórica apresentação de Queen B no Festival alternativo Glasbtonbury!



Beyoncé fez história a ser a primeira mulher a ser a atração principal no principal palco do festival! e também foi a primeira mulher negra a ser a principal atração e a primeira astista feminina pop a ser a principal atração do festival... UFA!! Levando o público de mais de 150 mil pessoas a loucura com seus antigos e novos sucessos!

A Diva continua promovendo o album pela Europa! E para quem pensa que Adele, a nova rainha britânica que liderava o ranking mundial, está de birra por perder seu trono...


... Adele era uma das mais animadas no pocket show de Beyoncé no dia 27 de junho em Londres!

A revista Veja publicou, em seu site, uma crítica sobre o quarto álbum de Beyoncé, “4″. Confira a matéria abaixo:


4, de Beyoncé: um disco para encher a parada de sucessos!!

O disco, vazado três semanas antes do lançamento, demonstra a superioridade da cantora americana frente às suas rivais
O vazamento do novo disco da cantora Beyoncé forçou a gravadora Columbia Records a adiar o lançamento oficial, anteriormente marcado para o dia 28 de junho, e até a cogitar sua regravação. A cantora foi contra a segunda idéia. Em seu perfil no Facebook, ela lamentou que o disco tenha chegado aos ouvintes dessa forma, mas agradeceu os elogios que o trabalho tem recebido. E com razão.
A recepção entusiasmada vem desde a divulgação de Run The World (Girls), o primeiro single e videoclipe do álbum. É possível que o vazamento afete as vendas do disco, mas regravá-lo seria não apenas exaustivo, como ainda poderia estragar um bom conjunto de canções. 4 é uma obra coesa como Beyoncé Knowles, de 29 anos, não produzia desde 2006, quando lançou B’Day. Desde então, o seu sucesso se deveu mais a singles arrasa-quarteirão como Single Ladies (Put a Ring On It) e Halo.
Royal Flush – A chegada de 4 fez a agenda de lançamentos das cantoras pop parecer uma mesa de poquer. Desde Sale el Sol, de Shakira, lançado em dezembro do ano passado, passando por Born This Way, de Lady Gaga, Femme Fatale de Britney Spears e Loud, de Rihanna, cada uma delas apresentou as suas cartas.
Beyoncé veio com os naipes de sempre. A saber, voz impecável, melodias babosas, boas letras e convidados de peso. 4 é uma convenção de produtores e compositores respeitados de R&B, soul e hip hop. Seria retumbante caso fosse um fracasso, mas é uma empreitada de sucesso.
O disco abre com Run The World (Girls), uma canção autorreferente, de versos repetitivos ao estilo Single Ladies. Ao proclamar a B Revolution e chamar mulheres à luta como em um exército, ela exercita o carisma e demarca espaço. A partir daí, até Countdown e End of Time, músicas tão fortes quanto a primeira, há uma inflexão no ritmo.
Com I Care, I Miss You, Best Thing I Never Had You e Love on Top, a cantora se acomoda em baladas melosas, letras descaradamente românticas e refrões grudentos como “Eu te avisei que assim você me machucaria / e você não se importou / mas eu me importo, beibe”, de I Care, ou “Fere o meu orgulho te dizer como me sinto / Mas eu ainda preciso disso”, em I Miss You.
Em resumo, o disco tem três hits talhados para as pistas de dança e pelo menos quatro para tocar nas rádios à exaustão, embalando adolescentes chorosos e corações partidos. É o suficiente para ocupar espaço nas paradas até o final deste ano e garantir indicações nos principais prêmios de música de 2012. E, claro, dar por encerrada a disputa entre as divas.
Novos e velhos – Supervisionada pelo rapper Jay-Z, marido de Beyoncé, a produção de 4 reuniu nomes consagrados como Diane Warren, compositora americana que tem um punhado de sucessos na carreira como Because You Loved Me, interpretada por Celine Dion e Un-Break My Heart, de Toni Braxton, além de Kanye West, Andre 3000 (vocalista do grupo OutKast), o DJ Diplo, o produtor Tricky Stewart e Terius Nash, conhecido como The-Dream, autor de babas como Umbrella, de Rihanna, Baby, de Justin Bieber e Single Ladies, da própria Beyoncé. Isso garantiria pelo menos um disco bem produzido.
Ela deu um passo adiante ao dosar músicos, produtores e compositores experientes com expoentes de uma nova geração de rappers e cantores de R&B como Frank Ocean e Afrojack, codinome de Nick van de Wall, ambos com apenas 24 anos. A troca é boa para todo mundo. Os dois vão ter as carreiras impulsionadas pelo nome consagrado da cantora. Já Beyoncé, pegou deles duas das melhores canções do disco: I Miss You, de Ocean, e Run The Word (Girls), de Afrojack.
A volta da cantora às paradas será uma prova inconteste de que é possível manter uma carreira ancorada em bons produtores e autopromoção, mas nada supera a receita simples que alimenta a música pop: letra, música e talento.

Rodrigo Levino

E TEVE BOATOS DE QUE BEYONCÉ ESTAVA FLOPADA NA PIOR...


SE ISSO É ESTAR FLOPADA NA PIOR... POORRÃÃNNN


QUE QUER DIZER TA BEM...




FONTE:

BEYONCENOW

BEYONCEBR

BEYONCENOTÍCIAS 

VEJA

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